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15/03/2016

TJSP lança projeto Justiça Bandeirante

Com o programa Justiça Bandeirante, servidores e magistrados renovarão seus conhecimentos para potencializar o uso do sistema de acompanhamento e gerenciamento dos processos.

O projeto possibilita que todos os usuários adotem
plenamente a tecnologia da forma mais produtiva

Na manhã desta terça-feira (15), o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, Desembargador Paulo Dimas de Bellis Mascaretti, lançou o projeto Justiça Bandeirante, programa de gestão por eficiência do Sistema de Automação da Justiça (SAJ) nas unidades do TJSP, que objetiva proporcionar a utilização integral das funcionalidades do SAJ otimizando as atividades operacionais por meio do total aproveitamento dos recursos tecnológicos disponíveis.

Agora que a maior Corte do país está 100% informatizada e a entrada de ações judiciais em papel ficou no passado, é hora de institucionalizar as melhores práticas na gestão dos processos digitais. Com o programa Justiça Bandeirante, servidores e magistrados renovarão seus conhecimentos para potencializar o uso do sistema de acompanhamento e gerenciamento dos processos. O projeto possibilita que todos os usuários adotem plenamente a tecnologia da forma mais produtiva e contribuam à efetiva prestação jurisdicional.
Com o lema Explorando os Sistemas, Conquistando Produtividade, o Justiça Bandeirante tem calendário de capacitações constantes e gradativas e passará pelas dez Regiões Administrativas Judiciárias, na semana subsequente à “Gestão Participativa”, para que as orientações sobre as melhores práticas de gestão de processos digitais do Sistema de Automação da Justiça (SAJ) alcancem todos os integrantes do TJ.

Os ciclos dos treinamentos se iniciam com aula magna do presidente Paulo Dimas e, na sequência, ocorrem os eventos regionais que visam à potencialização das funcionalidades dos sistemas, a criação de um fórum para o compartilhamento de experiências entre os usuários e culmina na disseminação das melhores práticas.

Para o Desembargador Luis Soares de Mello Neto, que está nessa área desde o ano 2000 e até hoje por ela responde - um entusiasta dos trabalhos desenvolvidos em Tecnologia da Informação -, “em cada olho, em cada mão, em cada ação percebo o quanto essa equipe tem vontade de trabalhar e esse trabalho de cada um e de todos ao mesmo tempo, é importantíssimo”.

O corregedor-geral da Justiça, Desembargador Manoel de Queiroz Pereira Calças, também externou a participação da CGJ em todos os atos que busquem a melhoria da prestação jurisdicional. “Todos somos servidores e estamos a serviço da Justiça”, disse ele.
Da singela cerimônia – que foi transmitida por videoconferência para todos os juízes diretores das RAJs –  participaram, também, o Desembargador Paulo Roberto Grava Brazil, juízes assessores da Presidência e da Corregedoria-Geral da Justiça, secretários e integrantes do Comitê Gestor do Programa de Gestão por Eficiência do Sistema SAJ nas unidades do TJSP, como os Magistrados Aléssio Martins Gonçalves, Tom Alexandre Brandão, Rodrigo Marzola Colombini e Airton Pinheiro de Castro, os secretários Rosely Padilha de Souza Castilho, Elaine Ruy Magalhães e Pedro Cristovão Pinto e os servidores Ana Lúcia da Costa Negreiros, Maria Cristina Bombadilla, Luciana Pires Zavala, Clóvis Ribeiro da Cruz, Luiz Carlos Garcia Cardoso. Aline Regina Guimarães Russo, Daniela de Siqueira, Carla Teixeira da Silva, Patrícia Luciana de oliveira Egea, Gianfrancesco dos Santos Chirieleison e Carlos Darwin de Mattos.

Como será? – Segundo Maria Cristina Bobadilla, coordenadora de Capacitação de Primeira Instância, o Justiça Bandeirante construirá formas de gerenciamento e execução do trabalho que aumentarão a produtividade e garantirão mais eficiência aos serviços. Além disso, com a identificação das dificuldades dos usuários, será possível ajustar as rotinas para a adoção plena das funcionalidades do SAJ. ”Teremos a oportunidade de maximizar as melhores práticas, em forma de capacitação e produção de conteúdo, de modo a proporcionar o máximo de produtividade às unidades no uso dos sistemas”, comenta Rafael Stabile, gerente de Operações da Softplan, que desenvolve o SAJ em conjunto com o tribunal.

Fonte: TJSP

 

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