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16/02/2017

TJBA traça metas para uso sustentável de água, papel e energia

O consumo de água, de papel e de luz serão temas das primeiras campanhas de conscientização que o tribunal irá desenvolver.

A desembargadora Maria de Fátima Silva Carvalho, coordenadora do Núcleo Socioambiental do Tribunal de Justiça da Bahia, anunciou, na última terça-feira (14), medidas práticas que serão tomadas pelo Judiciário baiano no uso sustentável de insumos e materiais.

O anúncio foi feito durante uma reunião entre a Comissão Gestora do Plano de Logística Sustentável do Poder Judiciário do Estado da Bahia (Ecoplan) e o Núcleo Socioambiental. Na oportunidade, foram discutidas as metas estabelecidas pelo plano de logística com vigência 2016-2020.

“Vamos reforçar a consciência de todos nós do Judiciário quanto ao consumo de papel, de combustível, de água e de energia, por exemplo”, disse a desembargadora, frisando não se tratar da redução pura e simples, mas “da consciência de todos para o uso regrado e sem prejuízo aos serviços”.

As medidas serão antecipadas em uma campanha, dirigida a magistrados e servidores, disse a desembargadora Maria de Fátima Silva Carvalho, destacando a importância de se envolver todo o Judiciário baiano. “É preciso que sejam informados e estejam conscientes da participação de todos”, disse a desembargadora que ocupa o cargo de Conselheira da ANAMAGES da Bahia.

A desembargadora citou medidas simples, que todos já podem lançar mão, como o uso de frente e verso do papel quando da impressão e a substituição dos copinhos de água por garrafões em bebedouro para redução dos gastos.

O diretor de Primeiro Grau, Cícero Moura, destacou que o plano de logística sustentável “é de caráter contínuo e participativo”, e integra objetivos, metas e indicadores relacionados à sustentabilidade, “delineados em razão das necessidades do próprio Tribunal de Justiça”.

O consumo de água, de papel e de luz serão temas das primeiras campanhas de conscientização que o tribunal vai desenvolver entre magistrados e servidores com o envio de mensagens por e-mails e a publicação de material na sua página na internet.

Fonte: TJBA

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