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14/09/2017

Justiça acreana adere à campanha Setembro Amarelo

A campanha no âmbito do Judiciário Acreano consiste na divulgação de conteúdos nas páginas e redes sociais oficiais do Tribunal.

O Tribunal de Justiça do Acre (TJAC) aderiu ao Setembro Amarelo, uma campanha voltada à conscientização sobre o suicídio. Ao dizer SIM à vida, o objetivo da Instituição é alertar magistrados, servidores, colaboradores e, sobretudo, a população, acerca da realidade desse tipo de atentado contra a vida no Brasil e no mundo, bem ainda sobre as formas de sua prevenção.

Coordenada pela Diretoria de Informação Institucional (Diins), junto com a Gerência de Comunicação (Gecom), a campanha no âmbito do Judiciário Acreano consiste na divulgação de conteúdos nas páginas e redes sociais oficiais do Tribunal, relacionados ao tema.

O site oficial da Instituição, por exemplo, ganha a cor amarela em seu topo a partir desta quarta-feira (13), durante todo este mês de setembro.

O edifício-sede do TJAC também passará a ser iluminado com o mesmo tom, de modo a chamar a atenção para problemática que tem afetado milhares de pessoas todos os anos, em todo o mundo.

A equipe da Corregedoria Geral da Justiça (Coger) fez questão de dar exemplo, e integra a ação. Vestindo amarelo, os servidores do Órgão passam a mensagem de que essa é uma responsabilidade de todos. “Estamos juntos nesse propósito de assumir a nossa parcela de contribuição no enfrentamento dessa situação, que exige um olhar atento e especial, um esforço concentrado e uma atuação firme por parte das instituições e também das famílias”, ressaltou a desembargadora Waldirene Cordeiro, titular da Coger, cuja sensibilidade inspira a equipe de trabalho.

A campanha acontece desde 2014 em todo o mundo, por meio de identificação de locais públicos e particulares com a cor amarela e, principalmente, a ampla divulgação de informações. A proposta está na mesma direção das Campanhas do Outubro Rosa, mês da prevenção do Câncer de Mama, e o Novembro Azul, relacionado à prevenção de doenças masculinas.

Presidente do TJAC, em exercício, o desembargador Francisco Djalma, demonstrou preocupação com o tema. “É algo que direta ou indiretamente envolve a todos nós, já que é um mal silencioso que pode alcançar nossos familiares e amigos. Portanto, estamos sensibilizados e abraçamos esta campanha, já que nossa missão também é promover o bem da sociedade, o cuidado e a cidadania”, assinalou.

Fonte: CNJ.

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