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01/07/2018

Implantação do novo Cadastro Nacional de Adoção avança no Espirito Santo

A implantação do novo Cadastro Nacional de Adoção (CNA), desenvolvido pela Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que será lançado nacionalmente no segundo semestre de 2018, está progredindo em sua fase de testes.

O novo cadastro começou a ser implantado nas varas da Infância e Juventude de Cariacica, região metropolitana da capital capixaba, e de Colatina, no interior do Espirito Santo. Ainda em julho, o cadastro será adotado em duas Varas de Infância e Juventude do Paraná: Foz do Iguaçu e Ponta Grossa. Em  seguida, entrará em teste no estado de Rondônia, nas varas de Porto Velho e Ji-Paraná.

A previsão é que, após a correção de eventuais erros operacionais, os testes se ampliem para comarcas da Bahia (Salvador e Ilhéus) e São Paulo (Guarulhos e capital paulista).

As mudanças no CNA foram feitas a partir de propostas aprovadas por servidores e magistrados das Varas de Infância que participaram de cinco workshops realizados pela Corregedoria Nacional de Justiça em diversas regiões do País, em 2017. Os eventos para discutir o aperfeiçoamento do cadastro ocorreram em Maceió/AL, Rio de Janeiro/RJ, Belém/PA,Curitiba/PR e Brasília/DF.

Para a juíza auxiliar da Corregedoria Sandra Silvestre Torres - que preside o Grupo de Trabalho instituído para o aperfeiçoamento do CNA -, o novo cadastro é fruto de um  intenso trabalho de juízes, servidores e Tribunais parceiros e, em especial, de juízes da infância e operadores do sistema da infância de todo o País.

Eles participaram ativamente dos debates durante os cinco workshops regionais instituídos pelo Ministro Noronha, como forma de democratizar o debate e a busca de soluções. “Esses elementos demonstram que a soma de esforços torna possível a obtenção de um fim comum e neste caso o fim alcançado atende aos interesses não só da Justiça, como também de todas as crianças e adolescentes que merecem uma proteção integral e famílias que buscam a adoção", disse Sandra.Inserir links:Maceió - 

Fonte: CNJ

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