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10/02/2016

Escola Judicial de Pernambuco dá início ao curso de formação inicial para novos Juízes

Os 30 novos juízes substitutos do Poder Judiciário do Estado de Pernambuco, que tomaram posse no último dia 3 de fevereiro, deram início no último dia 4, ao curso de formação inicial.

Curso teve início no dia 4

Os 30 novos juízes substitutos do Poder Judiciário do Estado de Pernambuco, que tomaram posse no último dia 3 de fevereiro, deram início no último dia 4,  ao curso de formação inicial. A abertura foi realizada pelo presidente do TJPE, Desembargador Frederico Neves, pelo diretor e vice-diretor da Escola Judicial, respectivamente os Desembargadores Ricardo Paes Barreto e Stênio Neiva, e pelo Juiz supervisor da Escola Judicial, José André Machado.

Após concluírem a carga horária de 480 horas/aula, conforme Resolução nº 4/2014 da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), os juízes substitutos poderão assumir comarcas de 1ª Entrância em Pernambuco, o que deve acontecer até o início do segundo semestre de 2016. Entre as questões a serem abordadas ao longo do curso, estão o papel do magistrado, a relação entre a sociedade e o Poder Judiciário, a questão racial no Brasil, a adoção e o impacto econômico e social das decisões judiciais.

Durante a abertura, o Desembargador Ricardo Paes Barreto deu as boas vindas aos novos magistrados e adiantou que o curso será também uma oportunidade de conhecer a realidade do Estado de Pernambuco. "Saibam que o TJPE é um dos tribunais mais respeitados do Brasil devido a sua magistratura. Cada um de vocês deverá realizar suas atividades com o humanismo que o cidadão pernambucano merece", disse.

O presidente do Tribunal ressaltou que os novos juízes ingressam em uma magistratura que está entre as mais reconhecidas do país. "A magistratura de Pernambuco tem dado resposta à sociedade, haja vista a notícia de que o TJPE cumpriu a Meta 1 do Conselho Nacional de Justiça para 2015, que consiste em julgar mais processos dos que os recebidos. Isso revela a preocupação com o destinatário final do serviço, que é o cidadão", afirmou Frederico Neves. Lembrou, ainda, que os juízes necessitam estar dispostos ao diálogo e ter sensibilidade para os aspectos sociológicos e humanísticos envolvidos no ato de julgar.

Fonte: TJPE

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