Minha conta
15/02/2018

Alvará judicial eletrônico chega a mais 10 comarcas do TO

A segunda etapa do cronograma de expansão do sistema de alvará judicial eletrônico foi realizada nas Comarcas de Novo Acordo, Ponte Alta do Tocantins, Dianópolis, Almas, Natividade, Miracema do Tocantins, Miranorte, Paraíso, Pium e Cristalândia.

Durante as visitas, instruções foram repassadas aos servidores das 10 comarcas para esclarecer sobre a geração das guias para depósito judicial, vinculação e gerenciamento de contas, consultas de saldo e extrato, bem como a edição de alvará para transferência entre contas judiciais. 

O assessor jurídico Henrique de Almeida, da Comarca de Novo Acordo, destacou a facilidade em operar o sistema. “É um grande avanço para a prestação jurisdicional, que beneficiará o cidadão e agilizará muito o trabalho da assessoria e das escrivanias”, afirmou. 
Já o assessor jurídico James da Costa, da Comarca de Ponte Alta do Tocantins, ressaltou a importância do sistema em benefício do cidadão. “Esse sistema de Alvará Eletrônico será muito bom para as partes, pois terão acesso ao recurso financeiro de forma muito rápida e sem a necessidade de se dirigir ao banco”, avaliou.

Os juízes Adolfo Amaro Mendes, da Comarca de Paraíso do Tocantins, e o juiz Wellington Magalhães, da Comarca de Cristalândia, ressaltaram a importância da segurança jurídica da nova ferramenta. Na comarca de Dianópolis, o juiz Jossanner Nery Nogueira Luna também destacou que o sistema irá gerar mais segurança na hora de realizar os pagamentos e depósitos judiciais. “Vejo o tanto que o e-Proc está permitindo a celeridade na prestação jurisdicional, pois o pagamento é feito unicamente direto na conta, sem fila para o beneficiário e com muita segurança dos dados que estão sendo processados pelo Poder Judiciário”, disse.

A terceira etapa do cronograma de expansão do sistema de alvará eletrônico envolve as comarcas de Taguatinga, Aurora do Tocantins, Arraias, Paranã, Palmeirópolis, Araguaçu, Alvorada, Peixe, Figueirópolis e Formoso do Araguaia.

Fonte: CNJ.

COMENTÁRIOS